domingo, 27 de março de 2016

JOSE ALUIZIO VILELA EMEF - ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL (ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL)


ETAPAS DE ENSINO
segundo dados do Censo/2014
  • Ensino Fundamental
    • Ensino Fundamental
  • Educação de Jovens e Adultos - Supletivo
    • Ensino Fundamental - Supletivo
INFRAESTRUTURA
segundo dados do Censo/2014
  • Água filtrada
  • Água da rede pública
  • Água de cacimba
  • Energia da rede pública
  • Fossa
  • Lixo destinado à coleta periódica
  • Acesso à Internet
  • Banda larga
DEPENDÊNCIAS
segundo dados do Censo/2014
  • 15 de 10 salas de aulas utilizadas
  • 84 funcionários
  • Sala de diretoria
  • Sala de professores
  • Laboratório de informática
  • Sala de recursos multifuncionais para Atendimento Educacional Especializado (AEE)
  • Quadra de esportes descoberta
  • Alimentação escolar para os alunos
  • Cozinha
  • Biblioteca
  • Sala de leitura
  • Banheiro dentro do prédio
  • Banheiro adequado à alunos com deficiência ou mobilidade reduzida
  • Sala de secretaria
  • Banheiro com chuveiro
  • Despensa
  • Almoxarifado
  • Pátio coberto
  • Pátio descoberto
  • Lavanderia
EQUIPAMENTOS
segundo dados do Censo/2014
  • 5 computadores administrativos
  • 22 computadores para alunos
  • 2 TVs
  • 1 copiadora
  • 2 equipamentos de som
  • 7 impressoras
  • 1 equipamento de multimídia
  • TV
  • Videocassete
  • DVD
  • Antena parabólica
  • Copiadora
  • Retroprojetor
  • Impressora
  • Aparelho de som
  • Projetor multimídia (datashow)
  • Câmera fotográfica/filmadora
Telefone   (82) 3543-3287

LÍNGUA INGLESA



Com uma história de cerca de 1500 anos, a língua inglesa tem sua origem e evolução em três períodos distintos:

Old English - a primeira forma do idioma, em voga entre os séculos V e XI
Middle English - seu desenvolvimento médio, do séculos XI ao XVI
Modern English - a forma moderna do idioma, do século XVI aos dias atuais
O inglês surge com os idiomas falados pelos povos germanos que a partir do século V ocupam a atual Inglaterra, com destaque para os Anglos e os Saxões. O idioma que começou a nascer nas ilhas britânicas a partir de então recebe o nome de "Old English", "Anglo-Saxão" ou ainda "Englisc" no original, significando "língua dos anglos".

O vocabulário da língua irá evoluir gradualmente, e com a introdução do cristianismo ocorre a primeira influência de palavras do latim e do grego. Mais tarde, invasores escandinavos que falavam o nórdico antigo (old norse, língua que provavelmente assemelhava-se ao dialeto falado pelos povos anglo-saxões) também irá influenciar o inglês. O Old English é uma língua preservada em diferentes fontes, como inscrições rúnicas, traduções bíblicas complexas e fragmentos diversos.

A maior diferença entre o Old e Middle English está na gramática, especificamente, no campo sintático e no campo analítico. Acredita-se que o estágio seguinte da língua, o Middle English inicia-se com a batalha de Hastings, em 1066, onde o rei William o conquistador derrotou o exército dos anglo-saxões e impôs suas leis, seu sistema de governo e sua língua, a francesa. Desse modo, novas palavras são incorporadas à língua falada pelas pessoas comuns, isto é, por servos e escravos. Mais tarde, muitos dos novos termos passaram a ser usados na corte e no militarismo adquirindo, portanto, um elevado status social.

Já o inglês moderno, como conhecido pela obra de William Shakespeare, em geral é datado a partir de 1550, quando a Grã-Bretanha se tornou um império colonial, espalhando-se por todos os continentes.

Em geral, a diferença entre o Old e o Modern English está na forma escrita, na pronúncia, no vocabulário e na gramática. Comparado ao inglês moderno, o Old English é uma língua quase irreconhecível, tanto na pronúncia, quanto no vocabulário e na gramática. Para um falante nativo de inglês moderno, das 54 palavras do Pai Nosso, menos de 15% são reconhecíveis na escrita, e provavelmente nada seria reconhecido ao ser pronunciado. Em outro exemplo, a palavra "stãn" corresponde a "stone" no inglês atual.


Tamanha diferença entre a forma inicial do inglês e a sua configuração atual é explicada por 1500 anos de evolução, na qual o inglês sofreu influência de outras línguas, entre elas o celta, o latim e o francês. Isso sem mencionar o vocabulário acumulado das mais diversas línguas de todo o globo, com a expansão que teve o Império Britânico no século XIX e a posterior expansão dos Estados Unidos.

GEOGRAFIA



A Geografia é a ciência que se preocupa em compreender os aspectos e as dinâmicas do espaço geográfico, bem como a forma que ele transforma e é transformado pelas atividades humanas em âmbito sociocultural, ambiental, econômico, político, entre outros.

O espaço geográfico, mais do que simplesmente um mero palco onde se estabelece a ação humana, é também um ator constitutivo e constituído por ela. Ele revela as dinâmicas sociais nos mais diversos âmbitos, tanto nas expressões de suas paisagens quanto no caráter dinâmico de seus territórios, além das compreensões sobre os diferentes lugares.

A presente seção foi elaborada no sentido de agrupar alguns temas gerais da Geografia, caracterizados por possuírem uma ampla dimensão em termos temáticos e de escala. São questões que costumam apresentar um alto grau de interdisciplinaridade e envolver múltiplas relações entre os diversos ramos do saber geográfico, integrando o meio físico, o humano, o global e o regional.

Dessa forma, esperamos, com essa seção, oportunizar uma cadeia de aprendizagem calcada nas dinâmicas sociais e envolvendo as múltiplas formas de conhecimento, oportunizando a emergência de um espaço de estudos a fim de aprimorar saberes e debater ideias.

Confira os nossos textos!


Por Rodolfo Alves Pena

Graduado em Geografia

HISTÓRIA



A História é a ciência que estuda as ações de homens e mulheres no tempo e no espaço. Criada na tradição ocidental entre os gregos, a História conheceu diferentes formas de definição ao longo dos séculos.

De um amontoado de narrativas difusas, o processo de pesquisa e investigação historiográfica passou a ser realizado através de métodos mais bem definidos, garantindo um caráter científico a essa área do conhecimento humano.

No âmbito da influência cultural dos povos que habitam o continente europeu, a História é dividida entre Pré-História e História. A primeira divisão refere-se ao período em que os seres humanos ainda não conheciam a escrita, o que leva a afirmar, nessa perspectiva, que a História só existe com a escrita.

Mas essa é uma visão criada pelos povos do continente europeu, já que existem outros povos que não desenvolveram a escrita, mas que tiveram história, de acordo com a definição exposta no início deste texto. As formas de narrar os eventos passados e as ações humanas para esses povos são feitas de forma oral, o que não quer dizer que não haja História.

Com o passar do tempo, novos objetos de estudo foram sendo incorporados ao estudo da história, ampliando e muito a área de atuação do historiador. Nesta seção de História do Brasil Escola, o leitor encontrará textos que contemplem, de forma geral, esses objetos de estudo da disciplina.


Por Tales Pinto

Mestre em História

CIÊNCIAS



O ensino das ciências, sem dúvida, é aquele que desperta mais interesse e prazer de estudo na maioria dos alunos. Mas o curioso é que as ciências não despertam os mesmos sentimentos em grande parte dos professores das séries iniciais. O motivo pode estar nos currículos escolares, que incluem pouca programação para a área científica, ou nos currículos dos professores, que pouco trazem de conhecimentos desta área para ensinar.

Numa época em que tanto lamentamos e condenamos o desrespeito ao meio ambiente e enfatizamos a volta de hábitos de vida mais simples e naturais, é possível introduzir atividades que, se bem conduzidas, desenvolvam o sentimento de respeito à natureza em todas as suas formas e manifestações.

Para tanto, surge a necessidade de quebrar este círculo vicioso: para trabalhar os temas das ciências, não basta ter motivação dos alunos, o professor também deve estar motivado. Ele pode partir de indagações feitas a respeito do ambiente e da própria natureza, pois o que se exige de quem vai aprender ciências é percorrer os caminhos já traçados pelas descobertas – observando, associando, expressando, questionando.

Desta forma, o ensino das ciências segue alguns procedimentos metodológicos adequados, os quais seriam: observação, experimentação, solução de problemas, unidades de trabalho, discussões, leituras e método científico propriamente dito.

E, nas atividades propostas, é fundamental que os alunos sejam objetivamente levados a estabelecer relação de causa e efeito; comparação entre fatos e situações; e interpretação de dados, resultados, gráficos a partir das informações exploradas.

Nessa perspectiva, o professor pode, por exemplo, aproveitar a curiosidade dos alunos sobre os temas das ciências e trabalhar de maneira criativa, diferente da rotina apresentada em textos didáticos, que apresentam prontas as indagações e associações.

O mais importante, no entanto, é saber dosar a quantidade e a qualidade de informações e evitar temas que não se relacionem com a vida e seus interesses e nem permitam suas utilizações em exercícios de raciocínio mais amplo.

Contudo, fica a cargo do professor encontrar a medida ideal e trabalhar com seus alunos o ensino das ciências num processo de ajustes contínuos ao longo de sua experiência docente.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia

Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

MATEMÁTICA



A Matemática é uma ciência que relaciona o entendimento coerente e pensativo com situações práticas habituais. Ela compreende uma constante busca pela veracidade dos fatos através de técnicas precisas e exatas. Ao longo da história, a Matemática foi sendo construída e aperfeiçoada, organizada em teorias válidas e utilizadas atualmente.
Ela prossegue em sua constante evolução, investigando novas situações e estabelecendo relações com os acontecimentos cotidianos.

É considerada uma das ciências mais aplicadas em nosso cotidiano. Um simples olhar ao nosso redor e notamos a sua presença nas formas, nos contornos, nas medidas. As operações básicas são utilizadas constantemente, e os cálculos mais complexos são concluídos de forma prática e adequada de acordo com os princípios matemáticos postulados.

Possui uma estreita relação com as outras ciências, que buscam nos fundamentos matemáticos explicações práticas para suas teorias. Dizemos que a Matemática é a ciência das ciências.
Determinados assuntos ligados à Química, Física, Biologia, Administração, Contabilidade, Economia, Finanças, entre outras áreas de ensino e pesquisa, utilizam das bases matemáticas para estabelecerem resultados concretos e objetivos.

Atualmente a Matemática é subdividida, dessa forma constatou-se que ficaria mais fácil o seu aprendizado. Podemos organizá-la da seguinte forma:

Aritmética
Álgebra:
Conjuntos Numéricos
Equações
Equações Algébricas
Funções
Sistemas Lineares
Progressões
Análise Combinatória
Probabilidade e Estatística
Matemática Financeira
Trigonometria
Geometria Plana
Geometria Espacial
Geometria Analítica
Cálculos


Por Marcos Noé

Graduado em Matemática

LÍNGUA PORTUGUESA




A língua portuguesa é um sistema de diferentes formas e significados e de seus entrelaçamentos. Por esse motivo é sistematizada em três modos de análise de elementos que a compõe:

 • Morfologia: é parte da língua que estuda os morfemas, ou seja, tudo que nos diz sobre gênero e número dos substantivos; tempo, modo, número e pessoa de um verbo e classe gramatical.

• Sintaxe: é a parte da língua que estuda o modo como o falante transmite a informação, a maneira com que organiza e relaciona as palavras em uma oração.

• Semântica: é a parte da língua que estuda o significado das palavras, os sentidos que elas podem tomar de acordo com o contexto.

Mas, o que vem a ser língua? A língua, primeiramente, nos remete a um órgão do corpo que é usado na comunicação, e é a partir daí que começamos a entender que o idioma escrito hoje foi, um dia, apenas falado. A partir desse princípio de fala, nós definimos língua como o conjunto de letras que formam palavras com sentidos diversos. E a relação dessas palavras e suas significações nós chamamos de sistema. Logo, a língua é um sistema, ou seja, um conjunto de elementos que relacionam entre si e formam um significado.

Nossa língua recebe adjetivação de “portuguesa” porque veio de Portugal, colonizador do Brasil. Porém, o português de Portugal não permaneceu em sua colônia de maneira pura e simples, mas recebeu uma conotação abrasileirada e, por isso, falamos do português do Brasil. No entanto, não só o Brasil foi colonizado pelos portugueses e fala o português, mas também outros países: Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

Como vimos, a língua, acima de tudo, é um código social, um acordo de letras, que em combinações entre si adquirem significado para um determinado grupo social. Contudo, há uma convenção linguística, a qual permanece em uma sociedade para que a comunicação possa existir entre os falantes. Porém, não quer dizer que todo indivíduo vai escrever e falar da mesma maneira, já que cada um tem a sua particularidade e um objetivo ao se comunicar.

Há distinção ainda entre norma culta e coloquial: a primeira é estabelecida pela obediência a normas e regras da comunicação, enquanto a segunda nos remete àquela mais próxima da fala. Por isso, há o estudo da gramática da língua portuguesa, que é a averiguação da correspondência entre o que se fala ou escreve e as normas ou leis vigentes para o uso da comunicação de forma culta, polida.



Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras